4.2.09

Memórias do calabouço

Vim par ´ca ja´ fazalgun temp o. Naõ sei dixerbem ao certo qanto. Sei q ue faz un tempo e seeu vise a luz dosol nasc endo e sepondopoderia precisra os dias dest agonia agora agonia agora

.

No cmeço afastavameu deli´rio cmo um imagina rio jog uinhodepaciencia. As cartas ,tods marcdas- e eu invariavlmente predendo pa mim msmo . Dpois qeu me canseei, dcidi usarasmesmas cratas pra construiir un castelllo gigatne do qual euera o rei, o absoluto, o unico com poders na mihna corte de eu sozinho .

Foiamel hor fase. /mandava em mim cmo ningúem :era sehnor domeu instetino, donodos meus insta^ntes de oslidão , pincipe regente autoritarioe general-mordo unico exx´ercito d minah mente -qeu se cama 'conxciência" e, oje emdia, anda meiofora dee moda.

Sndo rei, derotei; vencci e ameiechorei ,rei sendo.

.

Estva dentro do castlo quadno oven to voou baixihno ederru bouu tdas ascar tas. Oteto desabbou tao rs´pido qeu morrilá msmo pelaprim eira vez. Ate´acordaroutra vez.

Eonde maiss podiaestar que naõ aqiu? Preso ,pesemãos atadas, so´a cabeça easid éias e´ qie não.

E e´ com acanneta entreos dentes q ue inicio asssim as mihas memorias . Se aomenos

alguém acendesee a luz, ah! , tdo já´ ficaria bemm maisfácil.

Um comentário:

gabism disse...

Acredito que você levou o mesmo muito tempo para desconstruir o texto que eu levei para reconstrui-lo cognitivamente.