6.1.08

capítulo do poema 33 ou cenário sonoro sessenta e sete e cinco sextos sobre a sina de ser só – a teoria do teor do tear do texto

Brinco de nuvem e o sinto de antes:
- Abrocadabro e tropeço no teu cadarço
peço
cada ar sou eu amarrado num poste
num poço
não posso
e posto pronto prum ditador deposto!
Branco de novo e o salto dos anos:
- Que importa a perda da pedra
aperta
se só me restam portas abertas
pétalas
tétricas
e nenhuma janela pra eu poder pedir
Perdão.

Quem sabe sobe agora. Traio e subtraio
outras paixões que acho nos sobre
nus entremeios:
Tantas tramas tântricas.
Abstransas. Transmuito matos que transmito
mitos transas de tuas tranças em mim. Danças.
- Não nega que chega, minha nêga!
Na parlenga da pendenga: cá, fé cega.

Prometo metas, minto, mato; mental moita heavy-metal
Menta mente que estou!

Simplesmente enquanto isso...
Uma manada atômica irrompe
feito muamba crônica
no fim da página.

Um comentário:

Gi disse...

Minha nossa, vc tem um dicionário de rimas?!
Esses gnomos parecem-me uns bichinhos cabalísticos.
Faça-me uma visitinha! bjs