[cronopolitano]
devaneios, lixeiratura e obras inconclusas
30.11.09
DEZESSETE DE OUTUBRO
Com aquele poema rasgado, perdi todas as minhas esperanças. Agora, e principalmente hoje, não acredito mais na felicidade eterna, no sossego pleno, na paz entre os homens.
Tudo o que me inventam é mentira.
Não suporto mentiras.
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