[cronopolitano]
devaneios, lixeiratura e obras inconclusas
17.8.09
DEZOITO DE JULHO
Os jornais escorregam de sua mão leve. Seus olhos, velhos, perdem-se, vermelhos, diante de tanta letra, tanto papel, tanta tinta, tantos tontos.
É pedir para chorar. Mas as lágrimas, há muitos, estão secas.
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