E foi assim que, no meio do caminho desta história maluca, o
dramatísme surgiu em Paris, 1911, depois chamado de
simultaneísme. Sob a influência excêntrica dos futuristas, poetas reuniam-se para dizer ao mesmo tempo as diferentes partes de um poema. “A solução futurista foi mais brutal: deram ‘concertos’ nos quais a voz humana reduzida a seus elementos sonoros, da interjeição ao suspiro, se misturava a outros ruídos urbanos, como o das teclas nas máquinas de escrever” (PAZ, 1993:49).
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