[cronopolitano]
devaneios, lixeiratura e obras inconclusas
26.2.09
Ensaio abstrato sobre o poeta que era enorme
o poeta enorme
não tinha medo
não tinha fome
tinha só a ideia
absurda
absoluta
de que toda luta
são palavras
de que todo verso
são suas armas
o poeta enorme
não tinha rosto
não tinha nome.
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