[cronopolitano]
devaneios, lixeiratura e obras inconclusas
11.2.09
DEZ DE FEVEREIRO
Dói-me uma árvore agonizando no quintal do mesmo tamanho que me dói a ausência dos familiares queridos, trezentos e tantos quilômetros apartados de mim.
Emociono-me fácil com perdas. Só não me expresso muito bem. O que, por si só, já é uma perda.
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