21.2.06

Solidão, que nada

Atrás do balcão nojento, um cálice respinga sabedoria. Só. A redescoberta do acaso está de joelhos no Brasil, em São Paulo, na Aclimação, no nada. Descaminhos. Solilóquios. Pecilotérmicos.
A abstração termina quando abril começa e leva junto o avião que decola, sobe, alto, longe.

7 comentários:

  1. Anônimo13:45

    Guay!!!!!!!!!!!!!
    Así que....!!!!
    Adíos

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  2. Sobe alto, longe, feito a pipa do menino travesso, que costumava sonhar colorido.
    Feito a alma da gente, quando é ainda inocente.
    Beijos
    saudades.

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  3. Anônimo14:45

    te amo muito

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  4. Anônimo02:23

    Abstração com os dias contados...

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  5. Anônimo15:06

    Here are some links that I believe will be interested

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  6. Anônimo05:38

    I like it! Good job. Go on.
    »

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  7. Anônimo22:12

    Enjoyed a lot! » » »

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