Caminhar pelas pedras do silêncio é como rasgar corpos. Escorre um filete de sangue, violento, vício, cio, lento. Depois é o cócix e o nada interpretando o vértice da dor. Estou condenado ao vazio, à solidão, aos solilóquios antes de dormir. À cama larga onde não encontro o que não sejam dois travesseiros.
Depois dizem que quem atira é bruto.
Fogos de artifício.
Amanhã
ResponderExcluirPlena, cheia de vida
a manhã lhe sorria
bom dia!
Na Malasia o equilibrista mora no ar.
ResponderExcluir"Caminhar pelas pedras do silêncio é como rasgar corpos"
lindo isto.
Helena