São dez da noite e aquela beleza para a qual me prostro num misto de contrição, devoção e paixão, já repousa. Descansa. Olho para ela e fico imaginando esse milagre dos olhos verdes que continuam lindos mesmo quando olham para dentro.
Ela me aguarda no travesseiro que dividimos.
Feliz a mulher que o inspira.
ResponderExcluirFeliz você.
É difícil falar e amor com tanta fluidez, sem soar excessivamente piegas. Demonstra qualidade literária. Aliás, fato consumado neste blog.
ResponderExcluirSaudações do Cárcere
sim... o amor!
ResponderExcluirestou voltando. te amo
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