Com a lua indígena desenhada em seu nome, ela não sabe se aniversário são parabéns ou pêsames. Afinal, é a história do copo metade cheio metade vazio. Se bem que, no caso, ainda se está bem longe da metade.
O Dia "A". Ela não tem um fusca, não nasceu em 1929, não dobrou a esquina com suas próprias mãos e jamais votou em nenhum presidente norte-americano. O Dia "A". E as confusões são só reflexo de uma tensão pré que é plurianual.
Metade vazio?!
ResponderExcluirOlá vinha agradecer a tua visita ao meu blog e as palavras deixadas, obrigado, voltarei para ver que novidades nos trazem as tuas escritas, um abraço
ResponderExcluirObrigada pela tua visita, e o teu comentário.
ResponderExcluirAdorei o blog, em especial este texto.
ResponderExcluirParabéns!
Júlia
Ameeeeeeeeei!
ResponderExcluirColoquei no meu orkut!
obrigada obrigada e obrigada primo!
te adoro e sou sua fã numero 2... rs
beijos