25.8.05

Jornais de Papel

Havia, num tempo.
E as pessoas paravam para ler. E as pessoas liam. E as pessoas passavam.

***

Armando mandou Amanda amar Amado. Amanda amou, amou e amou. Amado aproveitou o sentir-se amado, como nunca havia antes. Amanda amou: cuidava, ouvia, conversava.
Na cama eram um só. Não só na cama.
Na mesa eram dois pratos.
No banho, um chuveiro.
Quando Armando voltou da América, Amanda não quis saber mais dele.

8 comentários:

  1. Anônimo14:19

    que não estava na história.

    Drummond.

    ResponderExcluir
  2. Edison amei essa amanda amar o amado assim e ir amando amando amando até ficar com ninguém...muito boa a versão drummoniamanda. Beijos da Lilica Luna

    ResponderExcluir
  3. Anônimo11:09

    hj não tem post?

    adorei a do jornal...

    ResponderExcluir
  4. o amor é eterno enquanto dura, não é?
    um abraço
    graziela

    ResponderExcluir
  5. Anônimo17:49

    Amanda aliterou ou foi aliterada?

    ResponderExcluir
  6. Amanda que amava Armando que foi pra América e ficou sem ninguém.
    E eu?
    Não fui pra América e não querem mais saber de mim também.
    tatuei.

    ResponderExcluir
  7. Anônimo15:39

    amei amar esta armação. parabéns! pelo dito e pelo niver. adrivbastos

    ResponderExcluir
  8. AMOOOOOOOOO teus poeminhas cheíssimos de inspiração e graça.

    Abração

    ResponderExcluir