3.8.05

Duro de Roer

Para não tropeçar nos nadas, gosto de andar em linha reta
como se o viver fosse um algoritmo
ou algo assim;
como se os tudos fossem de alfenim.

Em meus percursos, dispenso retrovisor
porque prefiro alçar os pretos vãos da imaginação
a ficar no lencinho branco
feito rabo abanado
dos adeuses.

Quando seus olhos rutilam em forma de meia-lua,
eu entendo que na varanda há uma flor
e na flor uma abelha virgem
carregando um sonho que nem começou:
- É preciso rediviver as vitrinas!

4 comentários:

  1. Anônimo09:49

    ha,estou tentado divulgar teu blog!estou fszendo os possiveis!
    Ja agora,sera que me consegues ajudar!?Entao,eu e uma amiga temos um site de bijuteria artesanal para venda,com alguns exemplos da nossa bijuteria,mas estamos precisando de divulgaçao,consegues ajudar me?
    beijo
    marta.

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  2. Anônimo10:25

    Eu vim ter aqui pela mão da marta :)

    Gostei de ler!

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  3. Ah... navegar é preciso.

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  4. Edison,

    Que talento...

    Este post, então, é precioso.

    Vou te colocar lá nos meus preferidos (no meu blog). Mereces isso e muito mais.

    Beijão e felicidade.

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