[cronopolitano]
devaneios, lixeiratura e obras inconclusas
5.4.11
a quem deu a mão
sou adeus
a quem senão ser
nasci ideia
e sou céu
a quem se sereia
fiz-me aldeia
descobri-me deus
vi-me idiota
e na esteira de vime
olhei-me outro
no espelho do oceano:
- sou nós que somos
na garganta.
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