Quem dera fizesse poemas visuais
e não versos sovinas,
vozes vazias
e viagens virgens;
Quem dera sobrevoasse alvissareiro
os vértices do mapa e da alma
avistasse, incólume,
a selvageria
dos vaticínios divinos.
Mas não;
vivo às voltas com meus vícios
de linguagem, da laringe e dos sonhos:
cicerones da vida, a faltar.
O que seriam vicios da laringe? Sempre esbarro em algum verso... rs... Abraço!
ResponderExcluirSim, fui eu!
ResponderExcluirBem, penso que a escrita é a sua forma de registrar sua criação. Que assim seja.
ResponderExcluirTodo mundo tem um vício...